domingo, 20 de dezembro de 2009

Review: Cowboy Bebop


Ano: 1998

Diretor: Shinichiro Watanabe
Estúdio: Sunrise
País: Japão
Episódios: 26
Duração: 25 min
Gênero: Aventura / Comédia / Drama


Spike Spiegel e Jet Black são caçadores de recompensas, sempre ligados no programa de TV "Big Shot", um divertido informativo sobre as mais rentáveis "presas" da semana! =) Vagando pelo espaço na antiquada nave Bebop, Spike e Jet vão à caça de seu ganha-pão, e volta e meia acabam se envolvendo em situações engraçadas, surreais e trágicas.



Contando ainda com a presença da bela vigarista Faye Valentine, do inteligente cão Ein e da esquisitíssima hacker chamada Ed, a trupe da nave Bebop pode ser considerada uma família, ainda que um tanto estranha e turbulenta! =)


Um dos animes mais badalados de todos os tempos, Cowboy Bebop é realmente uma obra-prima. À primeira vista, Cowboy Bebop lembra bastante a famosa série Lupin III, na qual o personagem principal viaja por todo o mundo em busca de relíquias. Em Bebop, os personagens buscam não só o dinheiro das recompensas mas, também, acertar as contas com o passado.



Cada um possui algum evento mal-resolvido no passado, eventos estes que afetam o presente de todos eles de maneira significativa.


Partindo de um excelente argumento de Hajime Yatate, esta produção da Sunrise é dirigida de maneira brilhante por Shinichiro Watanabe.

O visual é de cair o queixo, com uma junção primorosa de desenhos tradicionais com animação 3D.

Sem cair em lugares comuns, Cowboy Bebop consegue a incrível proeza de misturar elementos de drama, comédia, "noir" e até mesmo de "western-spaghetti", sem soar forçado.



Os episódios são, de certo modo, independentes entre si. É necessário que se assista a toda a série para compreender a história mas, ao contrário do que ocorre normalmente, quase não existem ganchos entre um capítulo e outro.

A trilha sonora é um "tour-de-force" da lendária Yoko Kanno. Misturando estilos tão díspares quanto jazz, heavy-metal, blues e funk, Yoko Kanno criou talvez a mais eclética trilha sonora de animes da história, trilha esta que funciona muito bem sem as imagens.



É ver, ou melhor, é ouvir para crer.Os personagens são um show à parte! Spike possui uma aparência sonsa, desligada, mas luta e atira como poucos... seu passado obscuro explica todo este poder. Jet Black é uma montanha de músculos, com um braço artificial de metal. Apesar de toda a sua força, é uma pessoa amável, que adora cozinhar e cuidar de seus "bonsais".



Faye é uma viciada em jogos: pôquer, corrida de cavalos, roleta... Faye não perde uma chance de apostar e perder dinheiro. Ein e Ed surgem na história de maneira tão pitoresca que contar qualquer coisa sobre eles estragaria a surpresa. O sinistro Vicious e a enigmática Julia, apesar de secundários durante a história, desempenham papel fundamental na trama.


Sempre fiquei muito curioso para assistir a Cowboy Bebop, pois queria saber o que esta série possuía de tão incrível para causar o rebuliço que fez. Após assistir aos 26 episódios, só posso me render ao talento dos geniais profissionais da Sunrise, que criaram uma obra para ficar na história. Cowboy Bebop é imperdível e, em minha humilde opinião, um anime perfeito.

Fonte
: ANIMEHAUS
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sábado, 12 de dezembro de 2009

Atraso

Desculpem a demora, é que eu to sem tempo pra NADA ¬¬ , mas assim que der eu coloco mais reviews de animes XD

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Review: Samurai X

Alternativos: Rurouni Kenshin: Meiji Kenkaku Romantan, RuroKen, Samurai X
Ano: 1996
Diretor: Kazuhiro Furuhashi
Estúdio: Studio Gallop / Pastel
País: Japão
Episódios: 95
Duração: 25 min
Gênero: Aventura / Comédia / Drama





A história de Kenshin Himura começa cerca de 15 anos antes de ele se tornar andarilho, na época ele sequer possuía este nome.




Um jovenzinho mirrado e fraco, que estava viajando com uma caravana de
mercadores de escravos foi encontrado e salvo por Seijuuirou Hiko que, vendo um imenso potencial no jovem, ensinou-lhe sua técnica, o estilo Hiten Mitsurugi Ryu, que resumia-se a golpes duplos extremamente rápidos e letais.




E assim nascia o Hitokiri Battousai, o Assassino Retalhador, que tornou-se lenda e foi o principal assassino de sua época, graças ao treinamento, ainda que incompleto, dado por Hiko.


Kenshin foi um dos assassinos mais presentes e requisitados no final do Shogunato Tokugawa, devido a sua destreza com a espada.

Lutou ao lado dos imperialistas, abrindo caminho para a chegada da "Era Meiji" e logo após este fato, ele se tornou um vagabundo andarilho.

O anime foi produzido pelo Stúdio Gallop em 1994 e é composto por 4 OVAs iniciais, 95 episódios para TV, 1 filme e 2 ovas de encerramento. Nesta ordem cronológica, os 4 OVAS iniciais mostram a vida de Kenshin antes de se tornar um andarilho, quando ele possuía apenas 14 anos. Os episódios de TV mostram a vida de Kenshin a partir dos 28 anos, e aqui se encaixa o filme, mais ou menos depois da "Saga dos Cristãos ou saga do Filho de Deus", e só então o encerramento, que é dado com os 2 OVAs finais.


Ah, sim: o filme foi produzido pelo Stúdio Deen e não foi escrito pelo criador de Rurouni Kenshin, Nobuhiro Watsuki.Como citei antes, a série de Rurouni Kenshin é dividida em sagas: a Saga de Tokyo, a Saga de Kyoto, a Saga dos Cristãos, a Saga de Kaishuu Katsu, a Saga dos Cavaleiros Negros e a Saga do Feng Shui.



Mas existem muitas diferenças entre o anime e o mangá, como a inexistência da "Saga do Cavaleiros Negros", por exemplo. Um anime dividido em sagas precisa de um bom embasamento, certo? E Nobuhiro Watsuki conseguiu isto introduzindo uma série de personagens carismáticos como: Kaoru Kamiya, mestra do estilo Kamiya e dona do Dojo Kamiya; Sanosuke Sagara, um ex-membro da tropa de Elite de Sagara (Sekihoutai)...



aliás, a tropa de Sekihoutai, vale lembrar, foi quase totalmente exterminada num ato covarde de seus comandantes, pois afirmavam que a mesma havia se tornado "obsoleta"; e Yahiko Myoujin, descendente de samurais, um jovem sobrevivente da guerra civil, ex-batedor de carteiras e agora aluno de Kaoru.




E além destes que são os principais podemos citar ainda: o Juppongatana, um grupo sanguinário comandado por Makoto Shishio, o assassino que substituiu Kenshin como assassino das sombras, quando o mesmo tornou-se conhecido; a Oniwabanshu, o grupo de ninjas comandados por Aoshi Shinomori; a Tropa de Sagara, que deu origem à história de Sanosuke;



o Shinsen Gunmi, que participa efetivamente dos OVAs iniciais e aparece em "flashs" na série de TV, para relembrar a Kenshin seu passado sangrento; Yukishiro Enishi, irmão de Tomoe, a primeira mulher de Kenshin, que retorna exigindo vingança nos ovas finais; e Jin-Hen Udou, um assassino que deseja fama e sangue, além de muitos outros, pois a série se dá ao luxo de exibir um elenco de luxo como simples coadjuvantes, sem perder o charme...."já que estes personagens são carismáticos o suficiente para merecer um anime dedicado apenas a eles." Shinsen Gunmi ganhou um anime baseado na sua história, chamado PeaceMaker Kurogane. Espero que muitos dos outros personagens também sejam brindados com uma anime só para si.

A fase que sempre me chamou a atenção foi a Saga de Kyoto, pois é a que se manteve mais fiel ao mangá, apesar de poder afirmar que jamais poderiam se traduzir em imagens animadas as cenas memoráveis do mangá, como as lutas de Kenshin contra Aoshi, Souijirou e Shishio.

Para equilibrar tanto sangue derramado, temos pitadas memoráveis de humor e romance. O que mais se vê e ouve são objetos voadores não identificados saídos das mãos de Kaoru, além da disputa acirrada entre as personagens pela atenção de Kenshin, mas ainda assim afirmo: "só as carinhas de "ôrô" do Kenshin já valem pelo anime!".


Na parte técnica posso afirmar que a série, apesar de longa, decai poucas vezes, pois a animação é bastante constante, tendo alguns momentos de absoluta exatidão nos traços, e por este motivo fica mais fácil notar a diferença quando o traço decai. A parte musical é muito boa, variando entre letras engraçadas e momentos de pura tensão, mas seu encaixe é quase automático. Eu, como fã de Rurouni Kenshin, recomendo o anime, sim, em pequenas doses.



















Fonte: ANIMEHAUS

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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Review: Trigun

Ano: 1998
Diretor: Satoshi Nishimura
Estúdio: Madhouse
País: Japão
Episódios: 26
Duração: 30 min
Gênero: Aventura / Comédia / Drama





A simples menção do nome "Vash the Stampede", também conhecido como "Tufão Humanóide", é capaz de causar calafrios até mesmo no mais valentão dos homens.
Diz a lenda que um simples tiro disparado por Vash foi capaz de varrer do mapa a cidade de July. Não é à toa que a recompensa pela captura de Vash, vivo ou morto, atinge o impressionante valor de $60.000.000.000!

Ninguém sabe como é a aparência de Vash. Uns dizem que ele é um gigante Mohawk de 12 metros de altura, enquanto outros afirmam que ele tem a aparência do próprio demônio.

Tendo em mãos apenas vagas e confusas informações, as agentes Meryl Stryfe e Milly Thompson, funcionárias da Sociedade de Seguro Bernadelli, saem à caça de Vash, tentando evitar que ele cause mais prejuízos em outras cidades e, indiretamente, a falência da própria seguradora. ^^"
Ficam no ar as perguntas: Será que Vash realmente existe? Em caso positivo, será que ele é assim tão perigoso? E, se for, como explicar que um cara louro vestido com uma capa vermelha transadíssima, de comportamento imbecil e com uma cabeça de vassoura possa ser o temível Vash the Stampede?!

Para saber estas e outras coisas, você TEM que assistir a esta incrível série! ^__^Baseado no mangá de Yasuhiro Nightow, Trigun é uma produção da Victor Company of Japan, levada ao ar em 1998 e que, desde a sua estréia, se tornou uma das preferidas do grande público.

A série já começa arrebentando, com uma animação estilosa e instigante (dá-lhe, Madhouse!!), ao som da detonante música "H.T.". O visual e o som são apenas dois pontos positivos em meio a uma série quase perfeita.

Certas tomadas de câmera são impressionantes, do ponto de vista cinematográfico, com alguns recursos utilizados por Sam Peckinpah em seus filmes, como o uso de câmera lenta para realçar a dramaticidade de cenas mais tensas.

O desenho mecânico de algumas estruturas e veículos são louquíssimos, misturando tecnologia de última geração com a tradição do Velho Oeste americano. Na parte sonora, a trilha composta por Tsuneo Imahori, repleta de guitarras e gaitas, se adapta à história com perfeição.







A estrutura de Trigun lembra muito Cowboy Bebop: cada história se fecha no mesmo episódio, mas existe um tema central, que vai se desenvolvendo lentamente. O início de Trigun é bem exagerado, apesar de engraçadíssimo, e passa a impressão de que a série inteira é apenas uma típica comédia pastelão, repleta de piadas e caretas muito divertidas.

A história vai engrenando mais e mais, com o passar dos episódios, e a carga dramática fica cada vez mais evidente, apesar do humor continuar presente durante toda a série. A mistura de comédia, ação e drama, aliada a situações de puro "nonsense", é perfeita em Trigun.Grande parte da força de Trigun vem do incrível carisma de seus personagens.

Meryl Stryfe é totalmente devotada ao seu trabalho e à sua missão de capturar Vash, sem se tornar caricata ou pentelha. Milly Thompson é um verdadeiro trator, come sem parar, carrega uma arma que parece um canhão e é bem retardada.




Apesar disto, é extremamente lógica e tem um coração imenso. Em relação aos coadjuvantes, não podemos deixar de falar de Nicholas D. Wolfwood, o pastor que carrega uma enorme cruz nas costas, cuida de órfãos mas não se furta a tomar umas bebidas, fumar um cigarrinho ou dar uns tiros certeiros quando necessário! ^_^


Os membros da Gung-Ho Gun, grupo que persegue Vash por outras razões, também são incríveis, com destaque para o incrível Legato Bluesummers, líder dos Gung-Ho e talvez o melhor vilão da história dos animes.E Vash? ^__^


Vash é, ao mesmo tempo, a melhor e a pior razão para se assistir a Trigun. Carismático, muito engraçado, boa gente, sempre com fome, fanático por "donuts" e chegado numa cerveja, Vash é daqueles personagens que cativam o espectador logo de cara. Grande parte de seu carisma se deve ao excepcional trabalho do seiyuu Masaya Onosuka, com um equilíbrio notável entre insanidade e sensibilidade.



Quanto a Vash, apesar de ser o "poderosão", ele não gosta de violência, se recusa a machucar os outros e leva a vida numa filosofia semelhante à de Kenshin Himura. Se Kenshin vira o próprio "demo" de olhos amarelos, quando as coisas desandam, Vash não fica atrás... é só colocar os óculos na cara que ele vira o cão chupando manga! ^__^



O problema com Vash é justamente seu altruísmo exagerado. Em alguns momentos ele age com tanta bondade que chega a ser idiota. O desenrolar da história até que explica, com coerência, as razões pelas quais ele age desta maneira, mas qualquer tipo de exagero neste tipo de situação é irritante.


Assim como vilões extremamente maus são um saco, heróis muito bonzinhos e cheios de frases de efeito cansam bastante. Ainda assim, Vash é demais! ^_^


Com algumas mensagens ecológicas e referências bíblicas (7 cidades da Ásia, etc.), Trigun possui uma história com uma profundidade surpreendente.

Mesmo sem o equilíbrio perfeito presente em obras como Cowboy Bebop e Seikai no Senki, Trigun é uma das melhores séries já criadas
para TV. Não deixem de ver!!






PS: Prestem bastante atenção em cada episódio, pois o gato preto da apresentação aparece em todos eles! ^_^


















Fonte: ANIMEHAUS
Voce pode baixar em : http://www.hinata-sou.org/paginas/index2.php?page=vash/trigun.html


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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Review: Tenjou Tenge


Alternativos: Tenjho Tenge, Heaven and Earth
Ano: 2004
Diretor: Toshifumi Kawase
Estúdio: Madhouse
País: Japão
Episódios: 24
Duração: 23 min
Gênero: Adulto / Comédia / Drama




A morte, o ciúme, o rancor e a história da formação dos clubes de luta dão todo um charme a este anime, que tinha tudo, mas tudo mesmo, pra cair no esquecimento... ainda bem que isso não aconteceu. Este anime conta praticamente 2 histórias diferentes, mas da mesma família (a família Natsume), e foi lançado em 2004 pela Madhouse Production.


É composto por 24 episódios e mais uma série de OVAs que ainda estão sendo produzidos, e conta a história de um grupo de amigos, antes e depois da morte de um dos membros deste mesmo grupo.Shin Natsume é um incrível lutador, mestre na arte da espada e chefe do grupo de execução da famosa Toudou Gakuen (criada basicamente para não deixar os ensinamentos antigos das artes marciais desaparecerem), conhecidíssima em todo o Japão por reunir uma quantidade inigualável de grupos praticantes de artes marciais.


Junto a ele temos Maya Natsume, sua bela e gostosona irmã; Mitsuomi Masataka, o filho de um chefão de uma espécie de máfia, Tawara Bunshichi, entre outros. Aliás, o grupo de execução existe para acalmar os ânimos mais exaltados da escola, bem como promover batalhas para descobrir o mais forte entre todos os que estão e os chegam à escola.


Mas a história esta começando às avessas, pois o enredo realmente começa com a chegada de Nagi Souchirou a Toudou Gakuen. Lá, ele e seu amigo Bob Makihara, o capoeirista, querem apenas mostrar o quanto são fortes e, assim, fechar sua centésima escola.






A Academia Toudou é famosa por formar diversos lutadores de artes marciais, além de ensinar técnicas milenares de luta. E é justamente, nessa Academia que os transferidos Bob Makihara e Souchirou Nagi, dois delinqüentes bons de briga, resolvem arranjar briga com o objetivo de dominar o local. Eles começam bem, porém, logo no primeiro dia, já encontram Masataka Takayanagi - um jovem aparentemente normal - e uma garotinha que parece ter seus 10 anos chamada Natsume Maya e ambos resolvem impedir a bagunça que esses dois delinqüentes começaram. Em uma questão de segundos, Bob Makihara fica fora de combate e Souchirou Nagi é jogado pela janela do corredor, após Natsume Maya se transformar em uma bela (e muito poderosa) garota. A batalha ainda não terminou, mas Souchirou Nagi despenca da janela direto no vestiário feminino, caindo sobre uma garota chamada Natsume Aya, irmã daquela que o jogou lá de cima. Ela, imediatamente, se apaixona por ele dando um longo beijo e pede-o em casamento ( é uma tradição das mulheres natsume o 1º homem que as verem nuas tem que ser seus respectivos maridos) então podem imaginar a confusão que vai ser, é uma perseguição sem fim onde Aya corre atras de Soushiro, e este não aceita as atenções da garota, esses momentos são os mais engraçados no anime.





Na primeira escapada ele enfrenta Takayanagi Masataka, irmão mais novo de Mitsuomi, e apanha feio. Por causa disso, acaba decidindo entrar para o grupo de Maya, o Clube Jyuken, para se tornar mais forte. Mas se a essa hora você está pensando que se trata de apenas mais um anime de luta... está totalmente enganado.





Logo de início o anime mostra a que veio, ou seja, mostra peitos enormes, voando num equilíbrio que desafia a gravidade, bundas sobrando devido à falta de mais de 20cm de roupa, calcinhas aparecendo sem nenhuma vergonha, cenas sensuais (quase sexuais), tudo extremamente exagerado. Poderia classificá-lo sem muita cerimônia de Hentai leve, mas devido somente à ausência de sexo, pois o resto tem tudo.

Mas isso seria uma injustiça com o enredo do anime pois, nele, existem pitadas incríveis de humor e romance. Shin e Kuzunoha, Mitsuomi e Maya, são casais memoráveis, unidos pela morte e pela dor, em uma reviravolta doida que acontece no decorrer da história. O mesmo não se pode afirmar de Nagi e Aya, que demonstram um pelo outro uma certa atração pela força que ambos emanam.
Aya é forte, mas Nagi possui o espírito do Dragão em seu corpo e, com o decorrer do anime, a proximidade de ambos acaba se tornando uma rotina, onde Nagi só foge e Aya só persegue, provocando cenas hilárias.

Tenjou Tenge tem tudo que o brasileiro gosta: é um "fan-service" descarado. Garotas gostosas, rapazes fortões, muita luta, romance, traição e amizade mas, ainda assim, pode ser visto sem muitas restrições por aqueles que buscam apenas diversão. Ahh, sim, nem tudo são flores no anime... aliáss, as músicas são horríveis!!!! Aquele "tum tum tum" inicial mata qualquer um, mas isso pode agradar aos fãns de "dance music". No mais, não é nenhuma obra-prima, mas dá pro gasto e diverte.
















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(de 3 em 3 dias eu vou colocar o review de algum anime ^_^)

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